RETIRO DE ADVENTO
Estão abertas as inscrições para o Retiro de Advento.
Começa dia 30 de Novembro (sexta-feira ) à noite, sabádo (dia 1 Dez.) e domingo (dia 2 ) a terminar com o almoço.
É necessário:
- saco cama
- levar jantar de sexta-feira para partilhar
- 10 euros para as restantes despesas
Local do retiro: um Monte próximo de Évora
Local de concentração: Seminário Maior de Évora pelas 19h30
Para fazer a inscrição ou mais informações, contactar:
Pe. Heliodoro - telm 967877139 - e-mail: heliodoro.nuno@gmail.com
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
PASTORAL UNIVERSITÁRIA - em ÉVORA
Ficam aqui algumas actividades que realizamos ao longo da semana na igreja do Espírito Santo em Évora:
- Eucaristia dominical: às 19h00
- Eucaristia às quintas-feiras: às 19h30
- Encontro reflexão/oração: terças-feiras às 21h15
- Eucaristia dominical: às 19h00
- Eucaristia às quintas-feiras: às 19h30
- Encontro reflexão/oração: terças-feiras às 21h15
quarta-feira, 18 de abril de 2007
RECEBER CRISTO
"A nossa participação no Corpo e Sangue do Senhor não tem outro efeito senão transformar-nos naquilo que recebemos, e revestir-nos em tudo, no corpo e no espírito, d’Aquele em quem morremos, em quem fomos sepultados e em quem ressuscitámos".
Dos sermões de São Leão Magno, séc. V
(sermão 12 da Paixão)
terça-feira, 3 de abril de 2007
Convívio PALAVRA DE DEUS nº 3
segunda-feira, 19 de março de 2007
Permanecei na minha PALAVRA
quinta-feira, 1 de março de 2007
O QUE É A QUARESMA ?

QUARESMA
»»» vem do latim “quadragesima dies”, o dia quadragésimo antes da Páscoa. É o tempo de preparação “pelo qual se sobe ao monte santo da Páscoa”, como descreve o Cerimonial dos Bispos (CE 249). Ao longo deste período reviveremos os 40 dias de Cristo no deserto e os 40 anos de peregrinação dos israelitas pelo deserto até chegarem à terra prometida.
Começa na Quarta-Feira de Cinzas e termina na Quinta-Feira Santa à tarde, antes da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, com que se começa o Tríduo Pascal. A Quaresma organizou-se a partir do século IV.
Para o cristão, a Quaresma é um tempo de verdadeira mudança e renovação, tempo para voltar a respirar a pleno pulmão, tempo para pôr em ordem tantas confusões, para estabelecer relações autênticas, para restabelecer diálogos suspensos, interrompidos, para desfrutar do verdadeiro descanso…., tudo para levar à salvação.
Isto não se leva a cabo com um simples querer da vontade, nem é fruto de uma inteligência desperta; nasce dessa decisão que nos põe à escuta de Deus, de deixar-se mudar por Ele, de abandonar os nossos caminhos para caminhar pelos seus, de entrar na dinâmica de uma história de salvação. (Cf. Lectio divina vol. III – verbo divino)
* O mistério da Quaresma, vivido na vida de cada dia
A Igreja propõe-nos um caminho espiritual para melhor nos aproximarmos de Cristo. O jejum, a esmola e a oração
1- O Jejum:
”Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que o teu jejum não seja conhecido dos homens, mas apenas do teu Pai que está presente no oculto; e o teu Pai, que vê no oculto, há-de recompensar-te” (Mt 6, 17-18). O jejum deverá ser feito na Quarta-feira de Cinzas e durante todas as sextas-feiras da Quaresma.
O jejum tem certamente uma dimensão física; além da abstinência de alimentos, pode compreender outras formas, como privar-se de fumar, de algumas diversões… Mas tudo isto não abarca a realidade do jejum. É só sinal externo de uma realidade interior; trata-se dum rito que deve revelar um conteúdo salvífico; é o sacramento do jejum santo.
O jejum ritual da Quaresma:
- é sinal do nosso viver da Palavra de Deus
(só jejua quem sabe alimentar-se da Palavra de Deus)
- é sinal da nossa vontade de expiação
(não jejuamos por causa da Páscoa, ou da cruz, mas por causa dos nossos pecados)
- é sinal da nossa abstinência de pecado
(abstinência da iniquidade e dos prazeres ilícitos do mundo)
2- A esmola (partilha de bens): é fruto do jejum e das privações.
“Quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua direita, a fim de que a tua esmola permaneça em segredo; e teu Pai, que vê o oculto, há-de premiar-te” (Mt 6, 3-4).
3- A oração
“Tu, porém, quando orares, entra no quarto mais secreto e, fechada a porta, reza em segredo a teu Pai, pois Ele, que vê o oculto, há-de recompensar-te” (Mt 6, 6).
A oração brota desse jejum que nos faz viver da Palavra de Deus. A oração autêntica brota da escuta da Palavra de Deus.
* Celebrar a eucaristia no tempo quaresmal significa:
- voltar a percorrer com Israel e com Jesus o caminho do deserto, o itinerário da prova e da fé.
- aprender a viver diariamente do pão do deserto, dessa Palavra que é o próprio Cristo;
- comprometer-se na purificação de si mesmos, na aceitação do dom do sangue de Cristo e na ascese quaresmal;
- assumir com mais decisão a obediência filial ao Pai e o dom de si aos homens, que constituem o sacrifício espiritual.
- Assim, renovando os compromissos baptismais na noite pascal, poderemos “passar” à vida nova de Jesus, Senhor ressuscitado, para a glória do Pai, na unidade com o Espírito. (lectio divina, vol. 3, Ed. Verbo Divino, 2003)
»»» vem do latim “quadragesima dies”, o dia quadragésimo antes da Páscoa. É o tempo de preparação “pelo qual se sobe ao monte santo da Páscoa”, como descreve o Cerimonial dos Bispos (CE 249). Ao longo deste período reviveremos os 40 dias de Cristo no deserto e os 40 anos de peregrinação dos israelitas pelo deserto até chegarem à terra prometida.
Começa na Quarta-Feira de Cinzas e termina na Quinta-Feira Santa à tarde, antes da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, com que se começa o Tríduo Pascal. A Quaresma organizou-se a partir do século IV.
Para o cristão, a Quaresma é um tempo de verdadeira mudança e renovação, tempo para voltar a respirar a pleno pulmão, tempo para pôr em ordem tantas confusões, para estabelecer relações autênticas, para restabelecer diálogos suspensos, interrompidos, para desfrutar do verdadeiro descanso…., tudo para levar à salvação.
Isto não se leva a cabo com um simples querer da vontade, nem é fruto de uma inteligência desperta; nasce dessa decisão que nos põe à escuta de Deus, de deixar-se mudar por Ele, de abandonar os nossos caminhos para caminhar pelos seus, de entrar na dinâmica de uma história de salvação. (Cf. Lectio divina vol. III – verbo divino)
* O mistério da Quaresma, vivido na vida de cada dia
A Igreja propõe-nos um caminho espiritual para melhor nos aproximarmos de Cristo. O jejum, a esmola e a oração
1- O Jejum:
”Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que o teu jejum não seja conhecido dos homens, mas apenas do teu Pai que está presente no oculto; e o teu Pai, que vê no oculto, há-de recompensar-te” (Mt 6, 17-18). O jejum deverá ser feito na Quarta-feira de Cinzas e durante todas as sextas-feiras da Quaresma.
O jejum tem certamente uma dimensão física; além da abstinência de alimentos, pode compreender outras formas, como privar-se de fumar, de algumas diversões… Mas tudo isto não abarca a realidade do jejum. É só sinal externo de uma realidade interior; trata-se dum rito que deve revelar um conteúdo salvífico; é o sacramento do jejum santo.
O jejum ritual da Quaresma:
- é sinal do nosso viver da Palavra de Deus
(só jejua quem sabe alimentar-se da Palavra de Deus)
- é sinal da nossa vontade de expiação
(não jejuamos por causa da Páscoa, ou da cruz, mas por causa dos nossos pecados)
- é sinal da nossa abstinência de pecado
(abstinência da iniquidade e dos prazeres ilícitos do mundo)
2- A esmola (partilha de bens): é fruto do jejum e das privações.
“Quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua direita, a fim de que a tua esmola permaneça em segredo; e teu Pai, que vê o oculto, há-de premiar-te” (Mt 6, 3-4).
3- A oração
“Tu, porém, quando orares, entra no quarto mais secreto e, fechada a porta, reza em segredo a teu Pai, pois Ele, que vê o oculto, há-de recompensar-te” (Mt 6, 6).
A oração brota desse jejum que nos faz viver da Palavra de Deus. A oração autêntica brota da escuta da Palavra de Deus.
* Celebrar a eucaristia no tempo quaresmal significa:
- voltar a percorrer com Israel e com Jesus o caminho do deserto, o itinerário da prova e da fé.
- aprender a viver diariamente do pão do deserto, dessa Palavra que é o próprio Cristo;
- comprometer-se na purificação de si mesmos, na aceitação do dom do sangue de Cristo e na ascese quaresmal;
- assumir com mais decisão a obediência filial ao Pai e o dom de si aos homens, que constituem o sacrifício espiritual.
- Assim, renovando os compromissos baptismais na noite pascal, poderemos “passar” à vida nova de Jesus, Senhor ressuscitado, para a glória do Pai, na unidade com o Espírito. (lectio divina, vol. 3, Ed. Verbo Divino, 2003)
Convívio "PALAVRA DE DEUS" Nº 2

CONVÍVIO PALAVRA DE DEUS Nº2 - 27 a 29 de Dezembro de 2006
(Vila Viçosa)
“ No princípio existia o Verbo; o Verbo estava em Deus; e o Verbo era Deus. No princípio Ele estava em Deus. Por Ele é que tudo começou a existir; e sem Ele nada veio à existência. (…) E o Verbo fez-se homem e veio habitar connosco.” Jo. 1, 1-3.14
Foi esta a descoberta que 20 jovens fizeram em três dias de convívio com a “Palavra de Deus”. De forma mais tímida ao início, todos se deixaram encontrar pela vida e a verdade de Deus Palavra. Pelo caminho permitimos todos uma maior intimidade e um encontro mais profundo com o Deus acessível e Amigo que nos procura e se revela continuamente.
Deixámos a casa que nos acolheu, mas não deixámos o espaço de encontro com Deus e com os irmãos convivas. Não deixemos de procurar a Palavra porque Ela não deixará de dar resposta à nossa vida. (Testemunho de Helena Guerra)
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